“Se você chegou aqui através do nosso vídeo, já sabe que previsibilidade não é apenas um ‘conforto’, para o cérebro autista.”
Aqui na TEAjudo, buscamos e usamos estratégias que funcionam no mundo real. Você viu no vídeo que as Histórias Sociais são ferramentas incríveis, mas existe um “pulo do gato”: elas precisam ser feitas do jeito certo para funcionarem. Não é apenas contar uma historinha; é sobre construir compreensão social.
Nesta página, você vai entender a diferença técnica e ter acesso aos 10 critérios originais da Carol Gray para consultar sempre que precisar.
O que são ?

Os 10 Critérios de Carol Gray
Para uma história ser considerada uma “História Social” de verdade (e ter a eficácia que os estudos mostram), ela precisa passar por um filtro de qualidade.
Carol Gray definiu 10 critérios essenciais. Eles existem para garantir que a gente não caia na armadilha de escrever “sermões” disfarçados de histórias. A história deve ser descritiva (explicar o que acontece) e não apenas diretiva (mandar fazer algo).

Criar Histórias Sociais é um exercício de empatia e clareza. Quando tiramos a ambiguidade das situações sociais, diminuímos a ansiedade e abrimos espaço para a autonomia.
Espero que esse material de apoio te ajude a estruturar intervenções mais assertivas e respeitosas.
Gostou do conteúdo aprofundado? Compartilha o link dessa página com outros profissionais e pais que precisam dessa “cola” técnica!
Isabela Maria
Psicóloga Especialista em ABA
Co-fundadora da TEAjudo